Terceiro suspeito de envolvimento em sequestro e tentativa de latrocínio contra empresário é preso no AM
06/08/2026
(Foto: Reprodução) Policiais localizam carro da vítima, usada em sequestro de empresário no Amazonas.
Reprodução
Um homem de 33 anos foi preso na quarta-feira (5), em Urucará, no interior do Amazonas, suspeito de participar do sequestro e da tentativa de latrocínio contra um empresário de 32 anos. O crime aconteceu em março deste ano, em Itapiranga. Com a prisão, já são três investigados detidos no caso.
A prisão foi realizada por equipes da 45ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Urucará e da 38ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Itapiranga. Segundo a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), o suspeito foi localizado no bairro Grande Vitória, onde estava na condição de foragido da Justiça.
De acordo com as investigações, ele integra o grupo responsável por sequestrar o empresário, roubar R$ 19,5 mil da conta da vítima por meio de transferências via Pix e tentar matá-lo após o crime.
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A Polícia Civil informou que o homem responderá por extorsão mediante sequestro e tentativa de latrocínio e permanecerá à disposição da Justiça.
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As investigações continuam para localizar o quarto suspeito envolvido no caso, identificado como Natanael Oliveira de Castro, que segue foragido.
Relembre o caso
O crime ocorreu na noite de 4 de março deste ano, em Itapiranga. Segundo a polícia, o empresário foi abordado por quatro homens em frente à própria residência, no bairro Jardim Primavera.
A vítima foi levada no próprio veículo para uma área de mata na zona rural do município, onde foi mantida sob o poder dos criminosos e obrigada a realizar transferências bancárias.
Além dos R$ 19,5 mil retirados da conta da vítima, os suspeitos roubaram uma picape Toyota Hilux, um aparelho celular e um cordão de ouro.
Após o roubo, o empresário foi baleado na cabeça e nas costas e abandonado pelos criminosos. Apesar da gravidade dos ferimentos, ele sobreviveu e conseguiu receber atendimento médico.
As investigações apontaram ainda que, no dia seguinte ao crime, um dos suspeitos apontados como mentores da ação determinou que o dinheiro transferido inicialmente para a conta de um comparsa fosse repassado para sua própria conta bancária.
Durante as diligências realizadas ao longo da investigação, a polícia identificou os envolvidos e efetuou as primeiras prisões.
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